Entenda o Propósito de Deus Para os Negócios
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Os empreendedores são chamados para criar com Deus na soluções de negócios inovadores com o propósito de  atender necessidades humanas, sanar problemas sociais, ambientais e estruturais que beneficiam o bem comum.   Deus opera seus propósitos através de negócios justos, que colaboram para uma economia próspera, dignidade humana e sustentabilidade. Negócios operam na linha de frente da criação de empregos, renda, combate a pobreza e o tráfico humano.

Fé e Negócios para Uma Transformação Integral

Crie um impacto positivo através de negócios intencionais na expansão do Reino de Deus e sua justiça, proporcionando transformação em 4 PILARES: econômico (criação de riqueza), social (pessoas), ambiental (planeta) e espiritual (propósito eterno).

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ESPIRITUAL

Fazer a perspectiva de Deus conhecida sobre cada aspecto da vida do indivíduo: seu valor no Reino, na família, no trabalho, e na sociedade.

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Econômico

Gerar negócios rentáveis, autossustentáveis que permitem retorno financeiro para  investidores e contribua ativamente para aumentar a economia local e gerar riqueza.

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SOCIAL

Promover ambiente empresarial de relações humanas justas, saudáveis e favoráveis ao discipulado. Implica também na busca pela redução das desigualdades sociais e acolhimento dos mais marginalizados e/ou menos não alcançados.

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AMBIENTAL

Utilizar os recursos naturais de forma responsável, promovendo boas práticas de utilização dos recursos ambientais.

NOSSOS PARCEIROS

Testemunhos
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Negócios também são cultura
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O Livro de Neemias é o relato da reconstrução de uma cidade, sobretudo de seu povo. Após 12 anos como governador na Judeia, Neemias e os habitantes de Judá realizaram reformas que deixaram nítido que o resultado dessa grande obra foi muito mais que as muralhas erguidas milagrosamente.

Oração e diligência
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O que é melhor, orar ou agir? A vida de Neemias revela que, embora sejam ações diferentes, são igualmente importantes e complementares entre si. Toda a narrativa do livro é intercalada entre ações e orações, mas um versículo expressa bem o que quero tratar aqui: “Mas nós oramos a nosso Deus e colocamos guardas na cidade de dia e de noite para nos proteger.”

Não só por mim, mas pelos outros também
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Malquias, um dos ourives, consertou o muro até as casas para os servidores do templo e para os negociantes...” - Neemias 3.31a(NVT) Para quem é o fruto do nosso trabalho e os recursos que obtemos com os nossos negócios? Uma resposta desprovida da pretensão de parecer moralmente correto, teria um teor semelhante a: - “Para mim e para minha família”.

Se não o todo, a minha parte
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No terceiro capítulo de Neemias, encontramos princípios que passariam despercebidos aos olhos de qualquer leitor apressado. Mas, nesta série de devocionais, não poderia deixar de tratar de alguns que são encontrados em uma leitura mais atenciosa. Por isso, selecionei dois que me chamaram a atenção.

O exemplo precede o engajamento “As pessoas não seguem o líder, elas seguem a visão dele
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A frase de Myles Munroe é verdadeira, mas incompleta. Respeitosamente, acrescento que o exemplo do líder é imprescindível para conectar sua visão aos que ele pretende mobilizar.

Planejamento começa no coração
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Ao observar a jornada de Neemias na reconstrução de Jerusalém, a primeira pergunta que devemos fazer é: em que aspecto o contexto de desolação dos habitantes de Judá se assemelha aos dias atuais? Os impactos da pandemia nos negócios, principalmente os de pequeno e médio porte, sintetiza bem a resposta.

O risco envolvido
By admin | |

Ao observar a jornada de Neemias na reconstrução de Jerusalém, a primeira pergunta que devemos fazer é: em que aspecto o contexto de desolação dos habitantes de Judá se assemelha aos dias atuais? Os impactos da pandemia nos negócios, principalmente os de pequeno e médio porte, sintetiza bem a resposta.

Conectando-se a uma nova Mentalidade
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Neemias era copeiro de Artaxerxes, imperador persa, quando recebeu notícias desoladoras a respeito de habitantes de Judá e do estado caótico de Jerusalém por causa das sucessivas invasões e saques que ocorreram desde 598 a. C., na primeira deportação para o exílio babilônico.